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Cartaz
BR RJ UFRJ CBAE MEMOV Pesq-MSEP-02-ENA-001 · 2014
Parte de Atividades Acadêmicas

Cartaz produzido no III Encontro Nacional de Agroecologia.

Fotos da concentração
BR RJ UFRJ CBAE MEMOV Pesq-MSEP-02-LDA-001 · 28/09/2013
Parte de Atividades Acadêmicas

Fotografia de Anelise Gutterres durante a concentração na Praça da Cinelândia, na qual ativistas portam cartazes e instrumentos musicais.

Audiência Pública
BR RJ UFRJ CBAE MEMOV Pesq-MSEP-02-MNI-001 · 01/10/2013
Parte de Atividades Acadêmicas

Fotografia da audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal registrada José Carlos Matos Pereira.

Discursos das centrais sindicais
BR RJ UFRJ CBAE MEMOV Pesq-MSEP-02-MCT-001 · 09/04/2014
Parte de Atividades Acadêmicas

Áudio dos discursos das centrais sindicais, gravado por Eduardo Ângelo, durante a concentração para a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora. As pautas abordadas foram:

  • fim do fator previdenciário; política de valorização dos aposentados;
  • jornada semanal de 40 horas; redução dos juros;
  • fim da terceirização da atividade;
  • 10% do PIB para a educação;
  • política de reajuste e valorização do salário mínimo;
  • equiparação de salário entre homens e mulheres;
  • licença maternidade de 180 dias e creches;
  • regulamentação da Convenção 151 da OIT; reforma política e reforma agrária.
Juventudes e movimentos sociais
BR RJ UFRJ CBAE MEMOV Pesq-MSEP-03-SI-001 · 05/11/2014
Parte de Atividades Acadêmicas

Elaborada por Regina Novaes e Rosilene Alvim, a apresentação contém os seguintes assuntos:

  • metodologia da pesquisa;
  • breve histórico sobre a presença de jovens nos movimentos sociais;
  • jovens como sujeitos de direitos (Políticas Públicas de Juventude);
  • identidades, demandas e pertencimentos: jovens no século XXI e inéditas combinações (religião, feminismo, periferia).
Moacir Palmeira
BR BR RJ UFRJ Memov BR RJ UFRJ Memov ET-PG50-01-02-001 · 19/05/2014
Parte de Atividades Acadêmicas

O antropólogo Moacir Palmeira (PPGAS/MN/UFRJ) apresenta os participantes da mesa e destaca dois pontos centrais para o debate sobre a repressão no campo no regime militar: a continuidade das lutas camponesas após o golpe de 1964 e o significado histórico dessas lutas.

Rodrigo Patto Sá Motta
BR BR RJ UFRJ Memov BR RJ UFRJ Memov ET-PG50-01-05-001 · 20/05/2014
Parte de Atividades Acadêmicas

Rodrigo Patto Sá Motta (UFMG), fala sobre seu livro, resultado de uma pesquisa extensa que procura entender os impactos da ditadura militar nas universidades. O historiador salienta que estes impactos e ações do Regime Militar foram muito mais além da repressão mais direta através de violência, tortura e morte de militantes, mas também promoveram reformas na Universidade, tendo em vista que o Regime Militar possuía também um projeto desenvolvimentista que estava intimamente ligado ao ensino e à ciência, consequentemente à universidade. Rodrigo Patto enfatiza também o aspecto da colaboração de muitos reitores e "elites universitárias" com o Regime, o que se reflete no reduzido número de intervenções do regime militar nas universidades do Brasil.

Ângela de Castro Gomes e Elina Pessanha
BR BR RJ UFRJ Memov BR RJ UFRJ Memov ET-NQS-04-001 · 11/04/2016
Parte de Atividades Acadêmicas

Os assuntos abordados na palestra foram:

  • o trabalho coletivo da produção de fontes orais (história oral);
  • a predominância da conciliação na Justiça do Trabalho, a importância da dimensão simbólica e o protagonismo dos operadores nos processos trabalhistas (legislação como campo de luta);
  • a configuração do trabalho análogo à de escravo como crime (Art. 149 do Código Penal de 1940, alterado pela Lei 10.803/2003), sua distinção de precarização e sua presença entre trabalhadores rurais e urbanos;
  • as lutas simbólicas sobre a denominação (“trabalho escravo contemporâneo”/“análogo à de escravo”) e a categoria nativa de “cativo”;
  • os usos políticos do passado para produzir sentido e acionar a memória da escravidão (ausência absoluta de direitos);
  • a existência de duas “classes” de trabalhadores em determinadas fazendas: os “de estimação” e os que “vão para abate”.